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Cotas de consórcios adquiridas este ano têm maior valor médio que as de 2013


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Porém, uma oferta baseada no consórcio, não é comum.
Mas, deveria ser, pois a principal característica desse mecanismo, independente de bens ou serviços desejados, é proporcionar ao consorciado ir ao mercado, buscar o produto, negociar, barganhar descontos e adquiri-lo à vista. Com a liberação do crédito, o contemplado tem o poder de compra semelhante a quem tem dinheiro no bolso. Por isso, nesse momento de inúmeras oportunidades, quem está de posse de uma carta de crédito de consórcio tem a chance de comprar bem e melhor.

Segundo o presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, Paulo Roberto Rossi, "o consórcio tem como essência ser uma forma de poupar com objetivo determinado, a custo baixo. Quando da adesão ao mecanismo, o consumidor tem conhecimento que, após sua contemplação, terá a possibilidade de comprar bem móvel ou imóvel ou contratar qualquer serviço como planejado. Assim, ao vivermos um momento de acomodação de preços em vários setores, quem está contemplado tem a possibilidade de ir às compras, negociar preços e obter vantagens financeiras que permitam concretizar o sonho desejado".

Com a carta de crédito na mão, o consorciado contemplado pode adquirir bens como veículos automotores novos ou seminovos; imóveis como sua casa própria, terreno, casa de praia ou de campo, instalações comerciais; eletroeletrônicos e diversos bens como mobiliário para casa; e ainda contratar serviços para os mais variados interesses, tais como viagens, cursos, festas e tantos outros.

No primeiro quadrimestre, o acumulado de contemplações totalizou 442,4 mil (jan-abr/2014), 10,9% mais que as 398,9 mil (jan-abr/2013), de um ano antes. Os créditos disponibilizados ao mercado somaram R$ 12,1 bilhões (jan-abr/2014) contra R$ 11 bilhões (jan-abr/2013), uma alta de 10%.

Ao completar o quarto mês do ano, o Sistema de Consórcios atingiu 5,89 milhões de consorciados ativos, novamente recorde, e 8,7% mais que os 5,42 milhões do mesmo mês no ano passado. O total de vendas de novas cotas chegou a 787,9 mil (jan-abr/2014), 5,9% inferior às 837,2 mil (jan-abr/2013) anteriores, no mesmo período.

COTAS DE CONSÓRCIOS ADQUIRIDAS ESTE ANO TÊM MAIOR VALOR MÉDIO QUE AS DE 2013

O volume de créditos comercializados no Sistema de Consórcios, no primeiro quadrimestre deste ano, mostrou alta no valor médio das novas cotas em relação ao mesmo período no ano passado. Enquanto em 2013 a média era de R$ 31,4 mil, em 2014 registrou 3,5% mais e atingiu R$ 32,5 mil. Apesar desse aumento, o total acumulado de janeiro a abril deste ano ficou em R$ 25,7 bilhões, 2,3% menos que os R$ 26,3 bilhões dos mesmos quatro meses do ano passado.

"Com todas as dificuldades que estamos vivenciando como inflação persistente, taxas de juros mais altas e crédito seletivo, empresas concedendo férias coletivas ou até mesmo com programas de demissões voluntárias, parcela significativa de brasileiros tem conciliado receita e gastos mensais com planejamento, permitindo assumir compromissos de médio e longo prazos, com objetivos pessoais, familiares ou empresariais, ao adquirir cotas de consórcios de bens e serviços de valores médios maiores", esclarece Rossi.

Exemplos setoriais desse crescimento estão nos tíquetes médios dos veículos leves verificados em abril, que subiram 11,7%, saltando de R$ 39,3 mil (2013) para R$ 43,9 mil (2014) e nas motocicletas, o maior setor em número de participantes, a evolução foi de 9,5%, ampliando de R$ 10,5 mil (2013) para R$ 11,5 mil (2014).

No consórcio de imóveis, setor formador de patrimônio, a alta foi 7,5% o tíquete avançou para R$ 115 mil (2014) contra R$ 107 mil (2013). Nos eletroeletrônicos a subida foi de R$ 4,7 mil (2013) para R$ 5 mil, alta de 6,4%; e, em serviços, que também apontou maior valor, partiu de R$ 5,2 mil (2013) para R$ 5,7 mil (2014), diferença positiva de 9,6%. Nos veículos pesados, que inclui caminhões, tratores e implementos, o aumento foi de 5,8%, saindo de R$ 150,9 mil (2013) para R$ 159,6 mil (2014).

Com comportamento cada vez mais amadurecido, o consumidor brasileiro sabe que para possuir bens como casa própria, carro novo ou seminovo, eletroeletrônicos de última geração ou ainda realizar sonhos pessoais como viagens, graduações, é preciso planejamento financeiro. Depois de pesquisas e análises comparativas, muitos têm feito adesões aos consórcios, nos quais se comprometem a poupar mensalmente, a custos baixos, com objetivos definidos.

Fonte: ABAC

 

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Mas, deveria ser, pois a principal característica desse mecanismo, independente de bens ou serviços desejados, é proporcionar ao consorciado ir ao mercado, buscar o produto, negociar, barganhar descontos e adquiri-lo à vista. Com a liberação do crédito, o contemplado tem o poder de compra semelhante a quem tem dinheiro no bolso. Por isso, nesse momento de inúmeras oportunidades, quem está de posse de uma carta de crédito de consórcio tem a chance de comprar bem e melhor.

Segundo o presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, Paulo Roberto Rossi, "o consórcio tem como essência ser uma forma de poupar com objetivo determinado, a custo baixo. Quando da adesão ao mecanismo, o consumidor tem conhecimento que, após sua contemplação, terá a possibilidade de comprar bem móvel ou imóvel ou contratar qualquer serviço como planejado. Assim, ao vivermos um momento de acomodação de preços em vários setores, quem está contemplado tem a possibilidade de ir às compras, negociar preços e obter vantagens financeiras que permitam concretizar o sonho desejado".

Com a carta de crédito na mão, o consorciado contemplado pode adquirir bens como veículos automotores novos ou seminovos; imóveis como sua casa própria, terreno, casa de praia ou de campo, instalações comerciais; eletroeletrônicos e diversos bens como mobiliário para casa; e ainda contratar serviços para os mais variados interesses, tais como viagens, cursos, festas e tantos outros.

No primeiro quadrimestre, o acumulado de contemplações totalizou 442,4 mil (jan-abr/2014), 10,9% mais que as 398,9 mil (jan-abr/2013), de um ano antes. Os créditos disponibilizados ao mercado somaram R$ 12,1 bilhões (jan-abr/2014) contra R$ 11 bilhões (jan-abr/2013), uma alta de 10%.

Ao completar o quarto mês do ano, o Sistema de Consórcios atingiu 5,89 milhões de consorciados ativos, novamente recorde, e 8,7% mais que os 5,42 milhões do mesmo mês no ano passado. O total de vendas de novas cotas chegou a 787,9 mil (jan-abr/2014), 5,9% inferior às 837,2 mil (jan-abr/2013) anteriores, no mesmo período.

COTAS DE CONSÓRCIOS ADQUIRIDAS ESTE ANO TÊM MAIOR VALOR MÉDIO QUE AS DE 2013

O volume de créditos comercializados no Sistema de Consórcios, no primeiro quadrimestre deste ano, mostrou alta no valor médio das novas cotas em relação ao mesmo período no ano passado. Enquanto em 2013 a média era de R$ 31,4 mil, em 2014 registrou 3,5% mais e atingiu R$ 32,5 mil. Apesar desse aumento, o total acumulado de janeiro a abril deste ano ficou em R$ 25,7 bilhões, 2,3% menos que os R$ 26,3 bilhões dos mesmos quatro meses do ano passado.

"Com todas as dificuldades que estamos vivenciando como inflação persistente, taxas de juros mais altas e crédito seletivo, empresas concedendo férias coletivas ou até mesmo com programas de demissões voluntárias, parcela significativa de brasileiros tem conciliado receita e gastos mensais com planejamento, permitindo assumir compromissos de médio e longo prazos, com objetivos pessoais, familiares ou empresariais, ao adquirir cotas de consórcios de bens e serviços de valores médios maiores", esclarece Rossi.

Exemplos setoriais desse crescimento estão nos tíquetes médios dos veículos leves verificados em abril, que subiram 11,7%, saltando de R$ 39,3 mil (2013) para R$ 43,9 mil (2014) e nas motocicletas, o maior setor em número de participantes, a evolução foi de 9,5%, ampliando de R$ 10,5 mil (2013) para R$ 11,5 mil (2014).

No consórcio de imóveis, setor formador de patrimônio, a alta foi 7,5% o tíquete avançou para R$ 115 mil (2014) contra R$ 107 mil (2013). Nos eletroeletrônicos a subida foi de R$ 4,7 mil (2013) para R$ 5 mil, alta de 6,4%; e, em serviços, que também apontou maior valor, partiu de R$ 5,2 mil (2013) para R$ 5,7 mil (2014), diferença positiva de 9,6%. Nos veículos pesados, que inclui caminhões, tratores e implementos, o aumento foi de 5,8%, saindo de R$ 150,9 mil (2013) para R$ 159,6 mil (2014).

Com comportamento cada vez mais amadurecido, o consumidor brasileiro sabe que para possuir bens como casa própria, carro novo ou seminovo, eletroeletrônicos de última geração ou ainda realizar sonhos pessoais como viagens, graduações, é preciso planejamento financeiro. Depois de pesquisas e análises comparativas, muitos têm feito adesões aos consórcios, nos quais se comprometem a poupar mensalmente, a custos baixos, com objetivos definidos.

Fonte: ABAC



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